Lelah Monteiro

Relacionamento abusivo não é uma questão de classe social

Na semana passada, a chef Paola Carosella declarou que seu casamento havia chegado ao fim devido a comportamentos machistas e de abuso psicológico do ex-marido.

Para muita gente, isso causou surpresa. Afinal, Paola é uma mulher “empoderada”, bem-sucedida profissionalmente – muito diferente do perfil que normalmente se associa a alguém que sofra com esse tipo de problema. Mas, como ela mesma ressaltou em entrevistas que concedeu à mídia “quando você está dentro disso e ama a pessoa, você não percebe muito bem o que está acontecendo, a manipulação”.

O relacionamento abusivo não acontece somente com mulheres das camadas humildes da população, com baixo nível de instrução ou dependentes financeiramente de seus companheiros. Ser independente – no comportamento e financeiramente – e ter fama ou sucesso, também pode ser gatilho para comportamentos tóxicos e manipulação dentro do relacionamento. Como a chef declarou “(…) o meu sucesso, o fato de eu ser feliz com a vida que eu tinha. Eu faço muitas coisas e eu gosto muito das coisas que eu faço e eu acho que isso incomodava muito ele. Ele não falava isso, mas esse incômodo chegava a mim na forma como ele se expressava, de uma maneira meio manipuladora, sabe? Que fazia eu me sentir mal por aquilo (…)”.

Reconhecer os sinais desse comportamento foi difícil para Paola, assim como é para a maioria das mulheres. Fica mais fácil quando a saúde emocional é bem trabalhada, quando a autoestima está lá em cima. O que nem sempre acontece.

E do lado do homem, é preciso analisar o que motiva esse “incômodo” com o brilho da mulher. Insegurança, conceitos ultrapassados sobre virilidade? É algo que também precisa ser trabalhado.

Em ambos os casos, a terapia é um caminho a se procurar. Seja ela individual, seja ela de casal. Como psicoterapeuta e sexóloga, vejo os resultados em meu consultório, com meus pacientes.

Abrir os olhos – para si mesmo, para o relacionamento, para o parceiro – é a melhor forma de não ferir, nem se deixar ser ferido pelo outro. De saber até que ponto vale insistir no caminho a dois; ou quando é melhor seguir sozinho.

Abs.
Lelah Monteiro
(se estiver passando por uma situação parecida e quiser experimentar uma terapia, entre em contato comigo pelo Whatsapp 11 99996-3051)

Relacionamento ioiô não é brincadeira

Todo mundo já conheceu algum casal desse tipo: uma hora está junto, a outra separado, depois junto, depois separado. Ufaaa! Acompanhar esse vai e vem é quase impossível. É melhor até ficar quietinho para não dar nenhum fora, porque o “ex” – que ontem não podia nem ser mencionado mais -, hoje pode ser novamente o “atual” amor pra toda vida.

Mas, o que faz as pessoas voltarem para relacionamentos que muitas vezes juraram não ter volta?

Muitos fatores podem levar a isso, como insegurança, carência, solidão, medo de ficar sozinho, manipulação. A convite da jornalista Rafaela Polo, eu falei um pouco sobre isso para mais uma matéria do Universa UOL, que pode ser acessada neste link: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/04/08/o-relacionamento-me-destruiu-qual-o-impacto-de-uma-relacao-ioio.htm.

Destaco nas imagens abaixo alguns trechos para vocês.

E você? Vive (ou conhece alguém que está vivendo) um relacionamento ioiô? Será que não é hora dos envolvidos pensarem numa terapia de casal ou individual para descobrir as raízes dessa situação e superar esse vaivém?

Afinal, ioiô só é bom em brincadeira de criança, não num relacionamento maduro.

Abs.

Lelah Monteiro (para agendar terapia individual ou de casal: 11 99996-3051)

Abs.

Lelah Monteiro – 11 99996-3051

Em busca do sexting perfeito

Enviar conteúdos sensuais por aplicativos ou redes sociais, seja na forma de texto, de fotos ou de vídeos, pode ser um ótimo recurso de sedução. Mas é preciso ter alguns cuidados com a própria segurança e privacidade.

Em mais uma matéria da Rafaela Polo para o Universa UOL, eu dou algumas dicas para o sexting perfeito e, principalmente, seguro! Destaquei aqui alguns trechos, mas você pode ler o texto na íntegra lá no Universa! O link é esse: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/04/09/dicas-de-sexting-das-sexologas.htm.

Abs.

Lelah Monteiro – 11 99996-3051

Prazer com segurança no uso de sex toys

O uso inadequado de acessórios na hora do prazer pode representar um grande risco para a saúde.

Veja nas imagens abaixo algumas das minhas dicas nessa matéria da Rafaela Polo. Para ler o artigo na íntegra, acesse o Universa UOL neste link: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/03/31/mulher-fica-com-sex-toy-preso-no-anus-e-um-risco-gravissimo.htm.

Música e inclusão

Hoje o post é um pouquinho diferente…vou falar de um show maravilhoso que assisti ontem! O show da Adriana Sanchez. Cantora, compositora e sanfoneira, ela é conhecida por sua participação em grupos como o Orquídeas do Brasil (que acompanhava Itamar Assumpção) e Barra da Saia.

Nesse show solo, ela apresentou clássicos da música brasileira e composições próprias divinamente. Mas, além da beleza da voz e do talento da Adriana e dos músicos que a acompanhavam, uma coisa me chamou a atenção nessa noite. Sabem o quê? O real compromisso da artista com a inclusão das pessoas portadoras de deficiência.

Ela começou o show fazendo uma “audiodescrição” para os deficientes visuais que estavam na plateia: falou sua altura, tom de pele, cor e estilo do cabelo, roupa que vestia…E incentivou que as pessoas passassem a usar a audiodescrição sempre que possível.

Além disso, todas as músicas tiveram interpretação em libras realizada pelo excelente Fabiano Campos. Mas ele não era um detalhe no cantinho do palco. O intérprete de libras era PARTE do show. Isso fez toda a diferença!

Houve um momento em que Adriana chamou atenção para o fato de que libras (a linguagem brasileira de sinais) é o segundo idioma oficial do país. E quase ninguém sabe disso, ou se preocupa em aprendê-lo (a não ser que tenha algum deficiente auditivo em casa). Convidou, então, a plateia a aprender a cantar em libras um trechinho de sua música: “se chover, deixa que o sol há de brilhar / se quiser, deixa eu te namorar…” (vejam no vídeo, aqui).

Foi algo tão simples, mas tão efetivo! Tenho certeza que tocou os corações e mentes de todos os espectadores.

Em minhas palestras corporativas vejo muitas empresas fazendo discursos sobre inclusão e respeito à diversidade somente para atender às exigências de compliance e as cotas de contratação. Mas que não acolhem genuinamente o diferente. Procuro alertá-los para isso, e reforçar que é preciso internalizar nos valores da empresa e no comportamento da equipe a ideia da inclusão.

O show da Adriana Sanchez é um exemplo perfeito. Um exemplo a ser seguido.

O Oscar e o tapa

Em 94 edições do Oscar foi a primeira vez que se viu isso: um ator indicado ao maior prêmio do cinema mundial saiu de sua poltrona na plateia, subiu ao palco e deu um tapa na cara do mestre de cerimônias.

Aconteceu ontem. O ator era Will Smith. O mestre de cerimônias, o humorista Chris Rock.

Mas, o que motivou isso?

Levando ao pé da letra aquela frase “perco o amigo, mas não perco a piada”, o comediante fez uma brincadeira de MUITO mau gosto com a esposa do ator, Jada Smith. Numa alusão à sua cabeça raspada, insinuou que ela estaria escalada para o filme “Até o Limite da Honra 2”. Isso porque no filme de 1997, “Até o Limite da Honra”, a protagonista, interpretada por Demi Moore, usava a cabeça totalmente raspada.

O problema é que Jada não está careca por uma escolha estética ou profissional, mas sim porque sofre de uma doença autoimune que causa alopecia – queda dos pelos de diversas áreas do corpo, inclusive da cabeça. E ela já declarou que essa condição a incomoda muito.

Ou seja, uma brincadeira mais do que desrespeitosa ou inconveniente. Na minha opinião, cruel mesmo. Daí a bofetada, complementada com a frase: “Tire o nome da minha esposa da sua boca!”

Muitos disseram que a atitude de Will Smith foi exagerada. Que ele poderia ter defendido sua companheira sem partir para a agressão. Eu também sou contra qualquer tipo de violência. Mas não posso mentir dizendo que não entendo o destempero do ator e sua reação espontânea e explosiva. Nem dizer que não me causou uma certa alegria ver um marido defender com tanta veemência a sua parceira de vida.

É claro que não podemos normalizar qualquer tipo de agressão, em nome do que seja. Seria justificar algo errado, que nesse caso foi um tapa, mas poderia ser um tiro ou uma facada.

O próprio Will Smith acabou reconhecendo que errou ao partir para a agressão.

Mas é bom que o desrespeito às mulheres também não seja minimizado ou ignorado. Ele deve ser respondido sem violência, mas de forma incisiva e sem demora.

E você, o que acha desse episódio? O humor pode tudo? Will Smith agiu certo? Deixe sua opinião aí nos comentários.

Abs.
Lelah Monteiro – 11 99996-3051

Polu…o quê?

O reality BBB – sempre rende muita conversa, né? Uma das últimas questões que surgiram foi sobre “polução noturna”, abordada pela participante Lina, ao encontrar algumas cuecas “sem dono” na lavanderia da casa mais vigiada do Brasil.

Muita gente – dentro e fora da casa – ficou com “cara de paisagem”, sem saber o que é a tal “polução noturna”. Polu…o quê???

Pra ninguém ficar “boiando”, compartilho com vocês trechos da minha entrevista para o Portal Glamour , esclarecendo tudinho, tim-tim por tim-tim! O texto na íntegra pode ser lido diretamente no portal, neste link.

Leia, compartilhe, mande suas dúvidas aí nos comentários. Se precisar de mais orientação, entre em contato e agende uma consulta: 11 99996-3051.

Meu nome é Mulher. Sobrenome Empreendedora.

No último dia 22 de março, ainda como parte das atividades comemorativas no Mês da Mulher, estive na Distrital Oeste da ACSP – Associação Comercial de São Paulo, palestrando sobre empreendedorismo feminino Foi um prazer falar mais uma vez com os associados da ACSP – obrigada à diretoria da instituição pelo convite.

Compartilho com vocês algumas fotos do evento! Espero que gostem!

Para contratar minhas palestras, entrem em contato pelo Whatsapp 11 99996-3051.

Abs.

Lelah Monteiro

Tudo bem ser diferente

A cada capítulo da novela “Um Lugar ao Sol”, a autora Lícia Manzo nos presenteia com reflexões mais do que necessárias: já se falou em etarismo, em gordofobia, em violência contra a mulher e muitos outros temas.

Hoje, 23.03.22, a inclusão de pessoas com deficiência ganhou o palco. Num emocionante monólogo, o ator Otávio Müller, que interpreta Paco, pai de Mel, que tem Síndrome de Down, declara: “TUDO BEM SER DIFERENTE”.

E eu repito aqui: sim, tudo bem ser diferente! Cada um de nós é lindo e único. Conviver com a diferença nos faz aprender, crescer, melhorar.

Então, livre-se do medo e do preconceito para com o diferente, esses sentimentos tão limitantes.

Te faço esse convite: abra espaço para a diversidade – social, de etnia, orientação sexual, cultura, gênero, por deficiência – em sua vida. Isso vai te renovar, ampliar seus horizontes. É a diferença que nos faz humanos, e não robôs, criados de modo padronizado numa linha de montagem.

Boralá? Tenha certeza que vai ser enriquecedor!

Abs.

Lelah Monteiro – 11 99996-3051.