Sexologia

Em busca do sexting perfeito

Enviar conteúdos sensuais por aplicativos ou redes sociais, seja na forma de texto, de fotos ou de vídeos, pode ser um ótimo recurso de sedução. Mas é preciso ter alguns cuidados com a própria segurança e privacidade.

Em mais uma matéria da Rafaela Polo para o Universa UOL, eu dou algumas dicas para o sexting perfeito e, principalmente, seguro! Destaquei aqui alguns trechos, mas você pode ler o texto na íntegra lá no Universa! O link é esse: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/04/09/dicas-de-sexting-das-sexologas.htm.

Abs.

Lelah Monteiro – 11 99996-3051

Prazer com segurança no uso de sex toys

O uso inadequado de acessórios na hora do prazer pode representar um grande risco para a saúde.

Veja nas imagens abaixo algumas das minhas dicas nessa matéria da Rafaela Polo. Para ler o artigo na íntegra, acesse o Universa UOL neste link: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/03/31/mulher-fica-com-sex-toy-preso-no-anus-e-um-risco-gravissimo.htm.

Polu…o quê?

O reality BBB – sempre rende muita conversa, né? Uma das últimas questões que surgiram foi sobre “polução noturna”, abordada pela participante Lina, ao encontrar algumas cuecas “sem dono” na lavanderia da casa mais vigiada do Brasil.

Muita gente – dentro e fora da casa – ficou com “cara de paisagem”, sem saber o que é a tal “polução noturna”. Polu…o quê???

Pra ninguém ficar “boiando”, compartilho com vocês trechos da minha entrevista para o Portal Glamour , esclarecendo tudinho, tim-tim por tim-tim! O texto na íntegra pode ser lido diretamente no portal, neste link.

Leia, compartilhe, mande suas dúvidas aí nos comentários. Se precisar de mais orientação, entre em contato e agende uma consulta: 11 99996-3051.

Abuso sexual não é piada

A polêmica do momento envolve o filme “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”, com a participação de Danilo Gentilli e Fábio Porchat. Lançado em 2017, já tinha causado discussões acaloradas por, supostamente, incentivar o bullying. Sua entrada em fevereiro deste ano para o catálogo da Netflix reacendeu as discussões.

Entre outras questões, uma cena, em específico, tem causado controvérsia. Nela, o personagem vivido por Fábio Porchat, nitidamente portador de graves desvios sexuais, ao tentar “conciliar” dois meninos adolescentes que brigavam, propõe como “paga” pelo “favor”, que estes o masturbem.

Quem defende o filme alega tratar-se não de uma apologia, mas de uma crítica à pedofilia. Mas, em minha opinião, toda a sequência é de um extremo mal gosto, e em nada contribui para alertar ou conscientizar sobre o assédio / abuso sexual a menores de idade. Trata o tema como piada, minimizando sua gravidade.

Vale lembrar que o filme tem classificação indicativa de 14 anos e nessa faixa etária os adolescentes ainda estão em fase de formação da personalidade e de descoberta da sexualidade. Fazer rir de um assunto tão sério e grave como a pedofilia com certeza não é o melhor caminho para ajudá-los nessa fase e em nenhuma outra. É banalizar um crime que, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019, divulgada em setembro de 2021 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), vitimou 14,6% dos adolescentes brasileiros. Ou seja, 1 em cada 7 adolescentes sofreu abuso sexual alguma vez na vida em nosso país.

Defendo a liberdade de expressão artística. Sei que o humor presta um enorme serviço chamando atenção para muitos problemas que afligem nossa sociedade. Não se trata de ser moralista. Eu, como terapeuta e sexóloga defendo, mais do que ninguém, a necessidade de falarmos sobre sexualidade de forma aberta e sem tabus. Defendo a importância da educação sexual mas escolas. Mas, nesse caso, faltou bom senso e cuidado no tratamento de um assunto tão delicado. O que destoa, inclusive, da trajetória artística e posicionamento do excelente Fabio Porchat frente a vários temas importantes. E isso não é pra rir, é pra chorar.

A produção do filme errou feio e deveria reconhecer isso. Quem sabe até se comprometendo voluntariamente com uma campanha que realmente conscientize nossa sociedade sobre a questão da pedofilia.

Que tal abraçar essa ideia, Fabio Porchat?

Lelah Monteiro

Psicanalista, sexóloga e fisioterapeuta (www.lelahmonteiro.com.br). Atua em seu consultório em Perdizes (São Paulo, SP) como educadora sexual; terapeuta individual, de casais, de família e sexual. Atende presencial e online. Agendamentos: 11 99996-3051.

Autossexualidade – você sabe o que é?

Assunto pouco discutido, a autossexualidade é tema de uma matéria incrível da jornalista Bárbara Muniz Vieira para o G1, e com a qual eu tive o privilégio de colaborar.

Selecionei alguns trechos para vocês. Para ler a matéria na íntegra, acesse o G1: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/03/10/o-que-e-autossexualidade.ghtml.

Abs.

Lelah Monteiro

Psicanalista, sexóloga e fisioterapeuta (www.lelahmonteiro.com.br). Atua em seu consultório em Perdizes (São Paulo, SP) como educadora sexual; terapeuta individual, de casais, de família e sexual. Atende presencial e online. Agendamentos: 11 99996-3051.

A importância da educação sexual para crianças e adolescentes

Quem me conhece sabe o quanto eu defendo a necessidade da educação sexual para crianças e adolescentes, e o importante papel das escolas para levar informação de qualidade e adequada a cada faixa etária sobre esse tema. Inclusive, um dos trabalhos que mais me realiza é justamente esse: desenvolver palestras e vivências sobre o assunto em escolas e outras instituições.

Essa manchete de O Globo, do último dia 18.02.22, que reproduzo logo abaixo, prova que ensinar nossas crianças e adolescentes pode interromper ciclos de violência e abuso, e salvar vidas. E chama a atenção para o fato de que o agressor normalmente é alguém próximo, que muitas vezes não desperta suspeitas da família.

Em tempo: para denunciar casos de violência e abuso contra crianças e adolescentes, DISQUE 100 de qualquer parte do Brasil. Esse é o número da Secretaria de Direitos Humanos que recebe denúncias de forma rápida e anônima, e encaminha para os órgãos competentes no município de origem da vítima. A ligação é gratuita e o atendimento funciona 24 horas, todos os dias da semana.

Leia a matéria de O Globo neste link: https://oglobo.globo.com/brasil/menina-assiste-palestra-sobre-educacao-sexual-denuncia-primo-por-estupro-no-ceara-1-25400687.

Sexo oral: dicas infalíveis

Oral: taí uma prática cercada de dúvidas e tabus, tanto para homens, quanto para mulheres.

Pra tentar reduzir esse monte de interrogações e ajudar os casais na hora H, o portal CLAUDIA, do Grupo Abril, elaborou uma interessante matéria sobre o tema, com a qual colaborei, dividindo com os leitores meus conhecimentos como sexóloga clínica e psicoterapeuta de casais.

Separei alguns trechos pra vocês. Confiram!

Para ler o texto na íntegra acesse o link: https://claudia.abril.com.br/amor-e-sexo/como-fazer-sexo-oral-na-mulher-e-no-homem-veja-dicas-infaliveis/.

A prática sexual que usa todos o sentidos: o gouinage

Você já ouviu falar?

O gouinage é o sexo sem penetração. Mas, atenção: ele não se confunde com as pessoas chamam de preliminares, nem como o sexo tântrico.

Quer saber um pouco mais sobre essa prática em que as sensações são potencializadas para que a pessoa descubra suas zonas erógenas através de toques, odores, sabores??? Ouça esse episódio do podcast “Sexo sem Tabus”, e expanda os horizontes do seu prazer!!!

Ménage à trois: como adotar a prática sem perder o relacionamento?

Um dos fetiches mais comuns no imaginário de muita gente é o “ménage a trois”. Mas, trazer uma terceira pessoa para a cama é uma decisão que precisa ser muito bem trabalhada. É sobre esse tema minha entrevista para Kalel Adolfo, jornalista da Cláudia, da Editora Abril.

Compartilho com vocês alguns destaques da matéria:

Confira a matéria na íntegra no link: https://claudia.abril.com.br/amor-e-sexo/menage-a-trois-relacionamento/