dia da mulher

Mulheres na Revista Nova Família

Para celebrar o Dia das Mulheres, a Revista Nova Família convidou suas colunistas – uma delas, eu – para responderem quatro perguntas que sobre vivências femininas, tanto no âmbito profissional quanto pessoal.

Selecionei as minhas respostas e reproduzo logo abaixo. Mas, se você quiser ler a matéria inteira, com as respostas de todas as colunistas, é só acessar este link: https://revistanovafamilia.com.br/colunistas-em-coletiva/.

Revista Nova Família: Como você contribui, na sua prática diária, para a difusão de informações voltadas para as mulheres na sua área de atuação/comunidade?

Lelah Monteiro: Eu contribuo com um quadro na #RádioCapital, toda a quarta-feira, as 15h, num programa que eu faço com todo o coração. Não recebo nada por ele, é uma prestação de serviço. Também fui voluntária em muitos lugares, como no #HospitalPérolaByington, #CasadosAdolescentes, palestrante para várias instituições. Além disso, uma parte dos meus atendimentos são de uma forma social, como psicoterapeuta.

RNV. Em sua opinião, qual o principal preconceito/estereótipo/ desafio a ser vencido pelas mulheres, atualmente?

Lelah Monteiro: Isso vai ao encontro da área que eu atuo, a psicologia clínica. É trazer para essa mulher mais autonomia psíquica, quebrando paradigmas e preconceitos, onde ela pode escolher continuar nessa relação ou não, tocar o seu corpo, possa escolher mudar a sua rota.

RNF. Você já sofreu ou presenciou algum tipo de assédio contra uma mulher? Caso afirmativo, como a vítima ou você reagiram?

Lelah Monteiro: Como sexóloga eu sofri e sofro ainda de assédio com muita frequência, seja pelas redes sociais e muitas vezes até no consultório. Quando a gente acompanha a história feminina, o combate ao assedio melhorou muito, mas ainda há muito a se combater.

RNF. Que conselho ouvido da sua mãe/avó ou mulher de referência você pratica e passaria para a próxima geração?

Lelah Monteiro: A minha mãe é uma mulher que ganhava muito bem e quando se casou e ficou grávida de mim o meu pai não permitiu que ela trabalhasse. Ela era uma pessoa muito articulada, desenvolta, foi de São Paulo para o interior, tentou voltar e na época, por ignorância social, não poderia deixar o marido solto. Assim, ela me ensinou: mesmo se for para você trocar seis por meia dúzia, trabalhe. Conquiste independência econômica. Minha mãe não se aposentou e se ressentiu muito disso.

Espero que tenham gostado da leitura! E vocês? Como responderiam a cada uma dessas perguntas?

Dia das Mulheres 2022

LIBERDADE!!! Esse é meu desejo para todas as mulheres na data de hoje!

Liberdade de ser o que quiser; de amar quem quiser; de gerir a própria vida; de escolher quais caminhos seguir.
E isso só se consegue com uma educação transformadora, que valorize e respeite a potência feminina, permitindo que ela se manifeste sem medo ou amarras.

Mães e pais, ensinem suas filhas a serem livres! E Feliz Dia das Mulheres!!!

Abs.
Lelah Monteiro
11 99996-3051